quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Velho e louco
Eu tenho essa coisa de não reler o que eu escrevo, porque imediatamente eu passo a odiar cada palavra. Quando leio coisas antigas, me sinto idiota. Então eu só fico olhando as datas e lembrando das coisas divertidas e que passaram rápidas. Sem aquele sentimento que os velhos têm, de achar que tudo o que está no passado era melhor. Eu corri bastante pra estar no presente e só olho com saudade algumas poucas coisas, algumas ideias, algumas pessoas. Eu até queria ter uma listinha das coisas que eu queria, para ver o que eu realmente fiz. Eu não fiz uma plástica no nariz, não moro no Copan, não trabalho numa boate, mas eu gosto do que eu virei.
domingo, 19 de dezembro de 2010
i don't wanna be there when you hit the ground
"and damn my education, i can't find no words to say about the things that goes in my mind"
E é com uma frase quase de efeito que a gente tenta começar. Começar o que em uma hipótese qualquer, seria um texto que ajudaria a me sentir melhor, mas que todos nós sabemos que não vai mudar o sentimento de lugar (não era pra rimar, sempre soa brega).
É uma causa perdida pra mim, começar o texto com alguma intenção. Ele vai escolher outros caminhos por si só, pegar atalhos. Ou talvez uma estrada tão longa, que ele não conseguirá continuar. E na pior da hipóteses, ele talvez se perca.
Por enquanto, admitamos assim: isso ainda não é um texto.
Mas tudo começa(sempre começa) com algo causando alguma coisa. Por enquanto não sei por quais palavras substituir, mas a sensação eu consigo descrever: é como se milhões de borboletas que habitam(e sempre habitaram) meu estômago tentassem sair de lá. Explodir. Voar! Mas não são só as borboletas, meu coração iria junto, se pudesse. E acho que por estar assim, cansado de bater no mesmo lugar de sempre, do mesmo lado esquerdo, fazendo o mesmo sangue circular que ele iria.
Meu coração aspira novidade. O de todos nós, eu acredito.
Por não dar o que o coração precisa, a gente paga um preço. E pra ser bem sincera, cansei de pagar. Acho que está na hora de atender o coração, pra que, pelo menos uma vez, seja ele que pague por alguma coisa.
ps.: eu adoro umas metalinguagens, né? sempre fico falando nos textos sobre textos. whatever.
E é com uma frase quase de efeito que a gente tenta começar. Começar o que em uma hipótese qualquer, seria um texto que ajudaria a me sentir melhor, mas que todos nós sabemos que não vai mudar o sentimento de lugar (não era pra rimar, sempre soa brega).
É uma causa perdida pra mim, começar o texto com alguma intenção. Ele vai escolher outros caminhos por si só, pegar atalhos. Ou talvez uma estrada tão longa, que ele não conseguirá continuar. E na pior da hipóteses, ele talvez se perca.
Por enquanto, admitamos assim: isso ainda não é um texto.
Mas tudo começa(sempre começa) com algo causando alguma coisa. Por enquanto não sei por quais palavras substituir, mas a sensação eu consigo descrever: é como se milhões de borboletas que habitam(e sempre habitaram) meu estômago tentassem sair de lá. Explodir. Voar! Mas não são só as borboletas, meu coração iria junto, se pudesse. E acho que por estar assim, cansado de bater no mesmo lugar de sempre, do mesmo lado esquerdo, fazendo o mesmo sangue circular que ele iria.
Meu coração aspira novidade. O de todos nós, eu acredito.
Por não dar o que o coração precisa, a gente paga um preço. E pra ser bem sincera, cansei de pagar. Acho que está na hora de atender o coração, pra que, pelo menos uma vez, seja ele que pague por alguma coisa.
ps.: eu adoro umas metalinguagens, né? sempre fico falando nos textos sobre textos. whatever.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Holden/The Who/Stupid Teenager feelings
"people try to put us down
talking about my generation
just because we get around
hope i die before i get old."
- The Who
Peguei carona esses dias, faço pouco isso. O sujeito era formado em contabilidade,
não esperei por uma conversa produtiva. Preconceito idiota. Apesar de tudo, ele tentou me convencer de que nossa geração não é tão ruim assim. Na opinião dele, além de nós termos ótimas qualidades, nossos problemas não são defeitos tão grandes. Porque "a vida é engraçada: nós podemos mudar o que nós quisermos. Podemos transformar problemas".
Eu não tenho conseguido transformar nada. E ainda pedi pro sábio sujeito me deixar no lugar errado.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Aristóteles
Falar, alguma vez sobre Aristóteles quer dizer tocar no assunto Sócrates e Platão também. Esses três filósofos viveram praticamente simultaneamente e estão ligado por um fim de raciocínio que se baseia nas questões humanas introduzidas por Sócrates.
Começou com ele, na Grécia, não se sabe exatamente como. Pouco sobre Sócrates se pode afirmar, a verdade é que ele é muito mais personagem do que os representaram mais tarde e o citaram, e muito menos escritor de obras. Mesmo assim, supõe-se que ele existiu, e mesmo sem a escrita criou questões que ficaram para a humanidade. Sócrates provavelmente nasceu em Atenas por volta do ano 470 a. C. Ele não foi o primeiro filósofo ocidental, mas foi um marco que caracteriza dois tempos de filosofia: a pré-socrática e a pós-socrática.
Sócrates queria saber o que era saber, ele indagava o saber humano e o faria refletir sobre sua própria existência, sobre seus motivos. Caminhava por Atenas conversando com jovens, com a proposta de levar a eles o saber sobre o mundo e o ser humano. Muitas vezes foi confundido com um sofista, ou seja, alguém que tenta convencer os outros de idéias inverossímeis através da fala, e que muitas vezes era pago para fazer isso em tribunais.
Mas a idéia mais convencional de Sócrates, dia por Platão mais tarde, diz que na verdade ele era mais pobre do que poderia ser. Havia uma rejeição da parte política dominante da cidade por Sócrates, acusando-o de corromper os jovens com suas conversas. Por esses e outros motivos, Sócrates não tinha dinheiro ou muitos bens.
Sócrates queria entender o que tornava algo individual parte de um todo, e o que era um conceito de todo. Por exemplo, qual é o conceito de belo? As pessoas saberiam citar coisas bela e enquadrá-las dentro desse conceito, mas não explicar o belo.
Sócrates é famoso por seu pensamento “Só sei que nada sei”.
Não foram muitos anos de Sócrates, pois ele foi condenado a julgamento e aceitou morrer ao invés de pagar pena por sua morte. Pois considerava injusto pagar uma pena por uma interferência boa que havia feito a sociedade ateniense.
Com Sócrates aprendeu Platão, que também tinha a vontade de explicar conceitos e entender buscar a presença do universal na definição. Platão desenvolve a teoria das Formas, onde ele tem que se afastar um pouco da idéia de outro filósofo, Heráclito, que propunha um grande grau de relatividade entre as coisas, o fato de nada ser perpétuo e de tudo estar em constante fluxo de mudança.
Ele diz que uma coisa ser Bela, de acordo com sua teoria das Formas, depende dela fazer parte do Belo em si, uma forma imultável e invisível aos sentidos, apenas abstraída pelo pensamento. Uma coisa pode deixar de ser bela, mas a forma de Belo vai ser sempre fixa e absoluta, o que for dito belo no mundo sensível participará dessa Forma. A teoria das Formas e as idéias de Platão são de uma forte separação entre corpo e alma, onde na alma se identifica o próprio ser, e sendo a alma o captador do belo, não o corpo. Ele influencia mais tarde o cristianismo com essa doutrina.
Então as idéias de um outro filósofo, aprendiz de Platão na sua Academia de filosofia, começam a criar uma ponta diferente das idéias de seu mestre. Aristóteles contesta sua maneira filosófica porque diz que é muito complexa, e não econômica e simples como deveria ser uma explicação. Enquanto Platão diz que a essência das coisas não está no mundo sensível, e sim em outro ponto muito acima disso, o que ele supunha ser o da alma, Aristóteles invertia o processo. Ele dava as próprias coisas seu caráter mais elevado, o seu ser e sua alma. Não definia seu ser por participarem de uma Forma maior. Sobre essa teoria ele diz o seguinte: “as Formas chegam a eliminar justamente os princípios cuja existência nos importa mais do que a própria existência das idéias.”Ele diz que conhecer a Forma de uma coisa não é conhecer a coisa sem si. Pois assim não se daria aquela coisa sua própria definição, seu caráter individual. Que um homem é o indivíduo possuidor da coragem, mas que a coragem sozinha não faz o homem. A coragem se deve a existência do homem
Falar, alguma vez sobre Aristóteles quer dizer tocar no assunto Sócrates e Platão também. Esses três filósofos viveram praticamente simultaneamente e estão ligado por um fim de raciocínio que se baseia nas questões humanas introduzidas por Sócrates.
Começou com ele, na Grécia, não se sabe exatamente como. Pouco sobre Sócrates se pode afirmar, a verdade é que ele é muito mais personagem do que os representaram mais tarde e o citaram, e muito menos escritor de obras. Mesmo assim, supõe-se que ele existiu, e mesmo sem a escrita criou questões que ficaram para a humanidade. Sócrates provavelmente nasceu em Atenas por volta do ano 470 a. C. Ele não foi o primeiro filósofo ocidental, mas foi um marco que caracteriza dois tempos de filosofia: a pré-socrática e a pós-socrática.
Sócrates queria saber o que era saber, ele indagava o saber humano e o faria refletir sobre sua própria existência, sobre seus motivos. Caminhava por Atenas conversando com jovens, com a proposta de levar a eles o saber sobre o mundo e o ser humano. Muitas vezes foi confundido com um sofista, ou seja, alguém que tenta convencer os outros de idéias inverossímeis através da fala, e que muitas vezes era pago para fazer isso em tribunais.
Mas a idéia mais convencional de Sócrates, dia por Platão mais tarde, diz que na verdade ele era mais pobre do que poderia ser. Havia uma rejeição da parte política dominante da cidade por Sócrates, acusando-o de corromper os jovens com suas conversas. Por esses e outros motivos, Sócrates não tinha dinheiro ou muitos bens.
Sócrates queria entender o que tornava algo individual parte de um todo, e o que era um conceito de todo. Por exemplo, qual é o conceito de belo? As pessoas saberiam citar coisas bela e enquadrá-las dentro desse conceito, mas não explicar o belo.
Sócrates é famoso por seu pensamento “Só sei que nada sei”.
Não foram muitos anos de Sócrates, pois ele foi condenado a julgamento e aceitou morrer ao invés de pagar pena por sua morte. Pois considerava injusto pagar uma pena por uma interferência boa que havia feito a sociedade ateniense.
Com Sócrates aprendeu Platão, que também tinha a vontade de explicar conceitos e entender buscar a presença do universal na definição. Platão desenvolve a teoria das Formas, onde ele tem que se afastar um pouco da idéia de outro filósofo, Heráclito, que propunha um grande grau de relatividade entre as coisas, o fato de nada ser perpétuo e de tudo estar em constante fluxo de mudança.
Ele diz que uma coisa ser Bela, de acordo com sua teoria das Formas, depende dela fazer parte do Belo em si, uma forma imultável e invisível aos sentidos, apenas abstraída pelo pensamento. Uma coisa pode deixar de ser bela, mas a forma de Belo vai ser sempre fixa e absoluta, o que for dito belo no mundo sensível participará dessa Forma. A teoria das Formas e as idéias de Platão são de uma forte separação entre corpo e alma, onde na alma se identifica o próprio ser, e sendo a alma o captador do belo, não o corpo. Ele influencia mais tarde o cristianismo com essa doutrina.
Então as idéias de um outro filósofo, aprendiz de Platão na sua Academia de filosofia, começam a criar uma ponta diferente das idéias de seu mestre. Aristóteles contesta sua maneira filosófica porque diz que é muito complexa, e não econômica e simples como deveria ser uma explicação. Enquanto Platão diz que a essência das coisas não está no mundo sensível, e sim em outro ponto muito acima disso, o que ele supunha ser o da alma, Aristóteles invertia o processo. Ele dava as próprias coisas seu caráter mais elevado, o seu ser e sua alma. Não definia seu ser por participarem de uma Forma maior. Sobre essa teoria ele diz o seguinte: “as Formas chegam a eliminar justamente os princípios cuja existência nos importa mais do que a própria existência das idéias.”Ele diz que conhecer a Forma de uma coisa não é conhecer a coisa sem si. Pois assim não se daria aquela coisa sua própria definição, seu caráter individual. Que um homem é o indivíduo possuidor da coragem, mas que a coragem sozinha não faz o homem. A coragem se deve a existência do homem
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Beatles who?
Hoje não foi (aliás, não está sendo) um dia muito empolgante. Para começar, fiquei acordado até as 6hs da manhã esperando o resultado de um vestibulinho (que passei, mas estou proibido de comemorar graças ao desempenho ruim da minha irmã. Portanto, sem empolgação aqui). Dormi 4hs! Umas 18hs, minha mãe resolveu levar minha irmã na Livraria Cultura, fui junto em busca de conhecimento e quem sabe um novo livro de ficção científica. Logo quando cheguei na loja, reparei uma coisa nova na vitrine da loja. Alocs, Cultura vendendo jogos! O jogo era Rock Band: The Beatles
Eu fui dar uma olhada no livro "Ladrão de Raios", que ficava numa estante ao lado da bundle (jogo+todos os instrumentos) do jogo. Enquanto folheava o livro, ouvi uma menina (uns 10 anos) do meu lado "AAAAAAAI MEU DEUS!". Claro, virei para observar uma jovem garota babar um jogo dos Beatles, com o pensamento de que, mesmo depois de 40 anos, os beatles piravam até uma menina de 10 anos. Engano meu.
A menina permanecia com o olhar fixo na grande caixa do jogo, incrédula. Logo, uma amiguinha veio conferir o motivo do berro da outra. Tive a tristeza de presenciar o seguinte diálogo:
- O que foi, [insira o nome da menina aqui]?
- Olha.... olha esse jogo dos.... JONAS BROTHERS!
- Olha.... olha esse jogo dos.... JONAS BROTHERS!
...Nunca cheguei tão perto de bater numa desconhecida. Sei que é bobo, mas eu precisava escrever.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Conseqüências de novembro

Sabe, acho que tive uma epifania e não soube. Ou talvez não fosse, não era epifania que se valha, mas foi a maior elevação espiritual que tive. Pelo menos acho que foi isso. Tudo que sei é que não sei de mais nada. Deixei de pensar um pouco no meu futuro pra apreciar mais o agora, que eu venho deixando tão de lado. Uma ação altruísta pra variar. Ano que vem vai ser tudo tão diferente, tudo a que estou acostumada (e bem acomodada, obrigada) vai se transformar em algo novo para eu me acostumar (e me acomodar, muito obrigada). Quem sabe se eu vou ter 5 furos na orelha e cabelo loiro ou se só usarei cabelo preso devido ao excesso de trabalho e horas na frente do computador? Talvez eu quebre um braço tentando equilibrar uma câmera fotográfica em algum cantinho inóspito de uma árvore ou terei a pele mais branca que a neve por não sair da faculdade. De qualquer jeito, isso fica pro ano que vem.
Melhor eu aproveitar bem as minhas amizades agora, antes que o futuro nos alcance.
domingo, 8 de novembro de 2009
Uma viagem ao asteróide B612
Quase todo mundo conhece (ou pelo menos já ouviu falar) da história do menino curioso que deixou para trás seu pequeno planeta, com dois vulcões e uma rosa muito especial, e aprendeu várias lições ao longo dos locais que visitou.
Um dos livros mais famosos do mundo, lido e interpretado por crianças e adultos, resolveu nos visitar desde o dia 22 de outubro, como parte das atrações do "Ano da França no Brasil". A exposição está acontecendo na Oca - Parque do Ibirapuera, na zona oeste da cidade de São Paulo.
Antes mesmo de entrar na exposição de fato, é recebido por uma espécie de Paris em miniatura, com todo charme e delicadeza que só a cidade das luzes pode possuir. (Até mesmo o quiosque da Kibon está caracterizada!)
E a exposição de fato começa nas estrelas: logo depois da 'petit Paris' você é guiado por estrelas no chão. (a dica é seguir as estrelas e tornar o caminho mais divertido). O objetivo é que seja possível "entrar" no livro: cada capítulo é uma espécie de caixa. Várias são interativas, como a caixa do carneiro ou dos pássaros. Não vou contar aqui para não estragar as surpresas da visita.
O subsolo abriga histórias sobre o autor, mescladas com as fantasias da história, mostrando as semelhanças entre autor-e-obra; já o primeiro andar se foca mais na biografia de Antoine de Saint-Exupéry e todo o processo de criação do livro. Destaque para as edições de vários países (inclusive a capa com pequeno príncipe negro), desenhos, acervo histórico (jornais da época, cartas, fotografias, etc) e a pulseira original do autor, encontrada anos após seu sumiço.
E para fechar, o último andar possui um asteróide B-612 onde é possível subir, sentar, deitar, rolar (nós vimos crianças fazendo isso, ok?), olhar para um céu repleto de estrelas e dos planetas que o Pequeno Príncipe visitou e experimentar a sensação de assistir vários pores-de-sol.
Vá a exposição e se deixe cativar.
Um dos livros mais famosos do mundo, lido e interpretado por crianças e adultos, resolveu nos visitar desde o dia 22 de outubro, como parte das atrações do "Ano da França no Brasil". A exposição está acontecendo na Oca - Parque do Ibirapuera, na zona oeste da cidade de São Paulo.
Antes mesmo de entrar na exposição de fato, é recebido por uma espécie de Paris em miniatura, com todo charme e delicadeza que só a cidade das luzes pode possuir. (Até mesmo o quiosque da Kibon está caracterizada!)
E a exposição de fato começa nas estrelas: logo depois da 'petit Paris' você é guiado por estrelas no chão. (a dica é seguir as estrelas e tornar o caminho mais divertido). O objetivo é que seja possível "entrar" no livro: cada capítulo é uma espécie de caixa. Várias são interativas, como a caixa do carneiro ou dos pássaros. Não vou contar aqui para não estragar as surpresas da visita.
O subsolo abriga histórias sobre o autor, mescladas com as fantasias da história, mostrando as semelhanças entre autor-e-obra; já o primeiro andar se foca mais na biografia de Antoine de Saint-Exupéry e todo o processo de criação do livro. Destaque para as edições de vários países (inclusive a capa com pequeno príncipe negro), desenhos, acervo histórico (jornais da época, cartas, fotografias, etc) e a pulseira original do autor, encontrada anos após seu sumiço.
E para fechar, o último andar possui um asteróide B-612 onde é possível subir, sentar, deitar, rolar (nós vimos crianças fazendo isso, ok?), olhar para um céu repleto de estrelas e dos planetas que o Pequeno Príncipe visitou e experimentar a sensação de assistir vários pores-de-sol.
Vá a exposição e se deixe cativar.
O Pequeno Príncipe na Oca
De 22 de outubro a 20 de dezembro
Oca, Parque do Ibirapuera - São Paulo
Avenida Pedro Alvares Cabral, sem número – Portão 3
De terça a sexta-feira, das 9 às 19 horas.
Finais de semana e feriados, das 10 às 20 horas.
A bilheteria fecha diariamente com uma hora de antecedência do término da visitação.
Ingresso: R$ 18 – Meia entrada: R$ 9
Entrada franca para menores de 3 anos, maiores de 60 anos, público especial e grupos de escolas públicas agendados.
- Mimis (com ajuda da Mah. Ela e a Cecí também foram à exposiçã♥)
De 22 de outubro a 20 de dezembro
Oca, Parque do Ibirapuera - São Paulo
Avenida Pedro Alvares Cabral, sem número – Portão 3
De terça a sexta-feira, das 9 às 19 horas.
Finais de semana e feriados, das 10 às 20 horas.
A bilheteria fecha diariamente com uma hora de antecedência do término da visitação.
Ingresso: R$ 18 – Meia entrada: R$ 9
Entrada franca para menores de 3 anos, maiores de 60 anos, público especial e grupos de escolas públicas agendados.
- Mimis (com ajuda da Mah. Ela e a Cecí também foram à exposiçã♥)
PS. o post será editado futuramente, com imagens. São quase 23h e amanhã tenho aula (:
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